Thursday, April 26, 2012

A Fé Consciente

"Aquilo que não se compreende não se possui", escreveu J.W. Goethe. "Entendo, mas não compreendo", dizem os universitários frente a uma passagem complexa de uma demonstração teórica. A compreensão implica uma apreensão total, posse, integração de um fragmento de Verdade ao patrimônio pessoal. É uma iluminação interior, uma culminação fruto de um processo no qual a inteligência e a sensibilidade participam. Um fragmento de Verdade pode ser vislumbrado pela intuição, mas deverá ser confirmado pela razão de forma que, como compreensão, faça parte do patrimônio individual. Se não se confirma pessoalmente propende-se à fé cega, à anulação da inteligência, à falência da mente e do espírito. O que se compreendeu, a compreensão, implica uma fé consciente fruto da comprovação da Verdade pela razão. A compreensão é de índole espiritual, acrescenta ao espírito o que lhe falta. Nada tem a ver com a ilustração do intelecto senão com a formação da individualidade. A necessidade espiritual, o vazio interior, a fome por Verdade e conhecimento superior, existe em todos os seres humanos. Uma fome que tem sido alimentada com o pão amanhecido da ilusão e da tergiversação. À fé consciente se chega pela compreensão, posse gradativa de fragmentos de Verdade que se obtém no decorrer do processo da vida; pela liberação espiritual que somente o indivíduo pode fazer por si mesmo.

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Wednesday, February 01, 2012

As Criações do Espírito

De acordo com a legislação, as obras intelectuais protegidas são criações do espírito expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte como textos, conferências, obras dramáticas ou coreográficas, audiovisuais, fotográficas, pinturas, projetos, adaptações, traduções, programas de computador, coletâneas ou compilações.

É interessante observar que são criações do espírito exteriorizadas, dadas a conhecer para outras pessoas, originais, únicas. E que “uma obra exteriorizada verbalmente também goza de proteção autoral”, como bem explica o doutor Eduardo Pimenta em seu Código de Direitos Autorais. É o caso das conferências, sermões, etc. Isto significa, por exemplo, que uma conferência pronunciada pelo escritor argentino Jorge Luiz Borges numa Universidade Americana na década de sessenta tem o mesmo tratamento que um livro por ele publicado à mesma época em Buenos Aires. O fato da conferência não ter sido publicada, não significa que ela seja inédita, pois foi exteriorizada, dada a conhecer a outras pessoas; é uma obra pronta, acabada, como um livro, uma pintura, uma partitura.

Para Fernando Pessoa, “a finalidade da arte é elevar. Não elevamos uma coisa fazendo com que ela tenda para o mal. A finalidade da arte é a elevação do homem por meio da beleza”. As obras intelectuais, por serem criações do espírito humano - que é por natureza bom –, devem elevar o homem por meio da beleza, que é também conhecimento experimentado pela razão e sensibilidade.

É interessante ressaltar - como bem deixou o legislador nas entrelinhas - que o espírito humano é criador. Ele pode criar uma obra de arte, um texto, uma pintura, o futuro, uma família, empreendimentos para o bem próprio e coletivo e, muito especialmente, um novo ser humano a partir do estado evolutivo em que se encontre. Esta faculdade privativa do espírito humano - a de criar -, quando não utilizada convenientemente, traz o vazio, a insatisfação, a depressão. Estimular desde a infância o desenvolvimento deste dom fantástico que todos trazem quando chegam a este mundo significa abrir caminhos e possibilidades inusitadas para a humanidade do futuro.

Quando o legislador procurou proteger o criador de obras intelectuais durante o período de sua vida, moral e pecuniariamente, alcançando os seus descendentes alguns anos após a morte do autor, garantiu para toda a humanidade os benefícios daquela criação quando elas caíssem no domínio público, cinquenta, sessenta ou setenta anos após a morte do autor, dependendo do país, porque as criações do espírito humano - que têm sempre a finalidade de elevar através da beleza - não podem ficar encarceradas nas mãos egoístas dos que tudo querem para si, por serem, como ele, generosas e desprendidas.

Nagib Anderáos neto
www.twitter.com/anderaosnagib

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Wednesday, May 25, 2011

A Fé Em Si

Fechar os olhos para a realidade e acreditar na ficção que criamos ou que nos é imposta constitui a verdadeira e maior cegueira.

Saber significa ver a realidade, penetrar em sua superfície e aproximar-se da verdade. Tem muito a ver com sabor, experimentação, comprovação; significa liberar-se da cegueira da ilusão; afastar-se de tudo quanto se oponha à realidade, à verdade. Não pode haver outra fé que não seja em si; ninguém haverá de resolver por nós o que nos incumbe. A fé no que se ignora implica submissão; por esse motivo, os tiranos são hábeis em inventar mentiras para submeter pessoas humildes, simples e tristemente adjetivadas de boa-fé.

O autoconhecimento deve implicar o afastamento das ilusões que se avolumam e nos levam às desilusões que muito têm a ver com a depressão e a tristeza. Aprender a viver próximo da realidade é uma forma de estar junto da felicidade.

A vida se amplia quando nela colocamos muitas atividades com possibilidades de realização. E se algum fracasso sobrevier – coisa que invariavelmente acontece -, ele pode se transformar na base de um futuro acerto. O essencial é procurar estar sempre muito próximo da realidade.

Os problemas que enfrentamos são criados por nós: falta de previsão, ilusões e ignorância. A felicidade pode estar muito perto e não a estarmos vendo pela cegueira que nos impede contemplar a vida, as pessoas e o mundo com outros e novos olhos que reconheçam em seus detalhes os verdadeiros momentos de alegria e felicidade: um amanhecer, uma amizade, um pequeno aprendizado, pois viver deveria ser um grande motivo de alegria.

Aquilo que não se compreende não se possui, escreveu certa vez Goethe. A compreensão implica apreensão total, posse, integração de um fragmento de verdade ao patrimônio pessoal. Uma ilustração interior, culminação fruto de um processo no qual a inteligência e a sensibilidade participam. Um fragmento de verdade pode ser vislumbrado pela intuição, mas deverá ser confirmado pela razão para que faça parte do patrimônio individual. Se não se confirma, propende-se à fé cega, anulação da inteligência, falência da mente e do espírito. O que se compreendeu implica uma fé consciente fruto da comprovação da verdade pela razão. A compreensão é de índole espiritual; acrescenta ao espírito o que lhe falta. Nada tem a ver com a ilustração do intelecto, senão com a formação do espírito individual.

A necessidade espiritual - o vazio interior, fome por verdade e conhecimento - existe em todos. Uma fome que tem sido alimentada com o pão amanhecido da ilusão e da tergiversação.

A fé no futuro deveria significar a fé em si pelo que se é capaz de fazer pela vida, fé consciente que se chega pela compreensão, posse gradativa de fragmentos de verdade que se obtém no decorrer de um processo, liberação espiritual que somente o indivíduo pode fazer por si.

Nagib Anderáos Neto
www.nagibanderaos.com.br

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Tuesday, February 15, 2011

A Logosofia e os Pensamentos

Um dos pilares da Logosofia – especialidade científica e metodológica que trata da reativação consciente do individuo - é sua concepção sobre o sistema mental constituído por duas mentes: uma comum, inferior, utilizada para a vida rotineira, a material, e que pode ser parcialmente organizada através dos estudos correntes nas escolas e universidades; outra superior, que transcende e existe em latência em todo o ser humano. É muito comum ouvir-se dizer que usamos um quase nada de nossa capacidade mental que equivale à esfera mental inferior que o homem tem utilizado há séculos para sua sobrevivência na Terra. Já a esfera superior precisa ser ativada para que ele transcenda os estados primitivos em que se encontra, numa guerra permanente consigo e os semelhantes.

Os conhecimentos apresentados pela Logosofia tendem ao desenvolvimento de todo o sistema mental, organizando a mente inferior e desenvolvendo as faculdades superiores.

Se o ser humano continua se comportando como um selvagem, apesar de incontáveis séculos de lenta evolução, é porque não aprendeu a pensar, a reconhecer o Criador em tudo quanto existe, especialmente em seus semelhantes que deveriam merecer o maior respeito.

Nos tempos de violenta modernidade, o afastamento entre as pessoas e os povos é incompreensível, provocado pela ignorância e preconceitos seculares. O ser humano desentendeu-se consigo, os semelhantes e o planeta; as guerras têm suas causas nesse desequilíbrio. As degradações das relações humanas são o sintoma do grande vazio promovido pela ausência da chama superior que todo o ser humano traz , mas que jaz adormecida como a bela princesa dos contos infantis.

O espírito – essência superior da natureza humana – permanece incógnito à pessoa que não emprega suas faculdade superiores.

Para ter um domínio sobre si e conquistar a capacidade de enfrentar as dificuldades que a vida apresenta, é necessário preparar a mente, o que nada tem a ver com a instrução que se recebe nas escolas cujo objetivo se limita à capacitação profissional. Essa nova educação é ampla, abrangente.

A Logosofia afirma que o homem vive em um mundo onde imperam os pensamentos; onde se tem a equivocada sensação de ser senhor da vida, dos acontecimentos e do espaço físico que habita. Em geral, são os pensamentos que perambulam pelo ambiente mental que governam a vida das pessoas. Veiculados pelos meios de comunicação, vão de mente em mente, impressos em livros provenientes, muitas vezes, de mentes exóticas cujos donos de há muito se decompuseram sob lajes ancestrais que não conseguiram sepultar as idéias e os costumes que compõem o grande cemitério das chamadas tradições.

Mas o que são os pensamentos? Sendo um produto da mente, não seríamos seus senhores? Onde ele está ? Que sutil engenho poderia fotografá-lo? É invisível? A que mundo pertence?

A existência do pensamento como entidade psicológica, agente da inteligência e promotor da felicidade ou da desgraça humana, segundo sua natureza, é a prova da existência de um outro mundo, o mental, absolutamente desconhecido pela maioria das pessoas.

Essas entidades invisíveis são perfeitamente palpáveis e visíveis aos olhos do entendimento, desde que ele tenha sido adestrado para identificá-los.

O caminho da evolução consciente proposto pelo conhecimento logosófico exige que a mente seja preparada para o conhecimento e domínio dos pensamentos e capacitada para a criação de outros novos, filhos mentais gerados e educados pelo indivíduo que, através deles, poderá chegar a transcender e sobreviver aos curtos anos de sua existência física no planeta.

Dessa maneira, o império dos pensamentos poderá ser substituído pelo da inteligência e do espírito através da reversão desta condição humilhante em que a maioria se encontra, escravizada pelos pensamentos que perambulam pelo mundo.

Nagib Anderáos Neto
www.logosofia.org.br

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Wednesday, January 26, 2011

A Morte Não Existe

É possível que o temor da morte provenha do fato de se pensar que tudo termine com a vida. A morte verdadeira é o não pensar, uma tirania que aprisiona a inteligência, uma escravidão mental.
Como sentir a eternidade dentro de si?
Não estamos morrendo todas as noites para despertar no dia seguinte?
Na Comédia de Dante, diz o poeta: “O pior dos suplícios é sentir-se morto sem acabar de morrer, é sentir-se quase vivo estando morto, e ansiando morrer, seguir vivendo”.
A morte tem a ver com a falta de estímulos, de interesse e esperança.
O essencial é a atividade, o movimento, o equilíbrio. É necessário abandonar a inércia e a desesperança, construir um novo futuro, ressurgir das cinzas como o pássaro imortal, uma verdadeira ressurreição que a lenda de Lázaro não pode explicar.
Por que o espírito humano busca o conhecimento e o aperfeiçoamento? Por que busca o acercamento com Deus?
A liberdade do homem é construída sobre o pensar. Quanto mais pensar, mais livre será. Mas o que é pensar? Esta movimentação discricionária de pensamentos na mente seria pensar? Não, isso não é pensar, criar soluções luminosas, optar por caminhos, selecionar o que convém para o bem e felicidade próprios e alheios.
Ao pensar, opomo-nos à fatalidade e liberamo-nos do destino comum, da mediocridade. Trata-se de opor à fatalidade um destino construído pela pessoa, que será viável através do conhecimento, do domínio dos pensamentos. Todos têm o privilégio de mudar o destino, apesar de não poder modificar o desígnio que lhes dá um tempo de vida neste planeta. A cada decisão que se toma, o futuro está sendo alterado. A fatalidade e o predeterminismo não existem para quem use sua inteligência para construir o futuro. Não é a fatalidade que leva o desatento a acidentar-se, o esquecido a envolver-se em inúmeros problemas, o irascível a atrair sobre si a violência dos que não o suportam. O destino pode ser modificado por quem compreende que deve se transformar para construir uma vida melhor, pois existe para o ser humano o livre arbítrio, a liberdade interior por optar sobre o que quer pensar, fazer, realizar. Assim se poderá escapar da fatalidade.
Qualquer obstáculo pode ser transformado em instrumento de aperfeiçoamento pessoal através da utilização da inteligência. Um defeito que nos incomoda poderá mover-nos para combatê-lo, extirpá-lo. Mudando, poderemos construir um novo destino. Nenhuma idéia diferente ou oposta à do aperfeiçoamento poderá nos impulsionar para a construção de uma vida mais feliz.
Um dos preceitos gravados no Templo de Delfos era o “Conhece a ti Mesmo”. Platão diz através de Sócrates - personagem de um de seus escritos - que “parece-me ridículo, pois, não possuindo eu ainda esse conhecimento, que me ponha a examinar coisas que não me dizem respeito. Não são as fábulas que investigo; é a mim mesmo”.
Esse conhecimento implica conhecer os defeitos pessoais; é muito comum censurarmos os dos outros. Ao evitar, em nós, os que censuramos, estaríamos realizando uma pequena parte daquele conhecimento inscrito no templo grego.
Assim como a fome e a sede são sinais de nosso organismo indicando que precisamos nos alimentar, os defeitos são sinais de que nosso organismo psicológico nos dá indicando que devemos mudar. E o nome dessas mudanças é educação espiritual; construção de uma nova conduta que deverá nos ocupar diariamente, da mesma forma como dormimos e nos alimentamos, para não cair na inanição mental, na indigência espiritual.
Há também muitos preconceitos que precisam ser eliminados e que nos têm influenciado fortemente. O primeiro deles é o que diz que não podemos mudar, que tudo está escrito, que a vida é um vale de sofrimentos, que não somos ninguém, que o ser humano não tem conserto, que alguém virá para nos salvar e resolver por nós o que não conseguimos.
Ao vencer tais preconceitos e assumir as rédeas do destino, opomo-nos ao comum e á fatalidade que não existe para quem lute por pensar com liberdade e construir o próprio futuro.


Nagib Anderáos Neto
www.nagibanderaos.com.br
www.twitter.com/anderaosnagib

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Wednesday, May 26, 2010

A Fatalidade Não Existe

É possível que o temor da morte provenha do fato de se pensar que tudo termina com a vida. A morte verdadeira é o não pensar, uma tirania que aprisiona a inteligência, uma escravidão mental.
Como sentir a eternidade dentro de si?
Não estamos morrendo todas as noites para despertar no dia seguinte?
Na Comédia de Dante, diz o poeta: “O pior dos suplícios é sentir-se morto sem acabar de morrer, é sentir-se quase vivo estando morto, e ansiando morrer, seguir vivendo”.
A morte tem a ver com a falta de estímulos, de interesse e esperança.
O essencial é a atividade, o movimento, o equilíbrio. É necessário abandonar a inércia e a desesperança, construir um novo futuro, ressurgir das cinzas como o pássaro imortal, uma verdadeira ressurreição que a lenda de Lázaro não pode explicar.
Por que o espírito humano busca o conhecimento e o aperfeiçoamento? Por que busca o acercamento com Deus?
A liberdade do homem é construída sobre o pensar. Quanto mais pensar, mais livre será. Mas o que é pensar? Esta movimentação discricionária de pensamentos na mente seria pensar? Não, isso não é pensar, criar soluções luminosas, optar por caminhos, selecionar o que convém para o bem e felicidade próprios e alheios.
Ao pensar, opomo-nos à fatalidade e liberamo-nos do destino comum, da mediocridade. Trata-se de opor à fatalidade um destino construído pela pessoa, que será viável através do conhecimento, do domínio dos pensamentos. Todos têm o privilégio de mudar o destino, apesar de não poder modificar o desígnio que lhes dá um tempo de vida neste planeta. A cada decisão que se toma, o futuro está sendo alterado. A fatalidade e o predeterminismo não existem para quem use sua inteligência para construir o futuro. Não é a fatalidade que leva o desatento a acidentar-se, o esquecido a envolver-se em inúmeros problemas, o irascível a atrair sobre si a violência dos que não o suportam. O destino pode ser modificado por quem compreende que deve se transformar para construir uma vida melhor, pois existe para o ser humano o livre arbítrio, a liberdade interior por optar sobre o que quer pensar, fazer, realizar. Assim se poderá escapar da fatalidade.
Qualquer obstáculo pode ser transformado em instrumento de aperfeiçoamento pessoal através da utilização da inteligência. Um defeito que nos incomoda poderá mover-nos para combatê-lo, extirpá-lo. Mudando, poderemos construir um novo destino. Nenhuma idéia diferente ou oposta à do aperfeiçoamento poderá nos impulsionar para a construção de uma vida mais feliz.
Um dos preceitos gravados no Templo de Delfos era o “Conhece a ti Mesmo”. Platão diz através de Sócrates - personagem de um de seus escritos que “parece-me ridículo, pois, não possuindo eu ainda esse conhecimento, que me ponha a examinar coisas que não me dizem respeito.Não são as fábulas que investigo; é a mim mesmo”.
Esse conhecimento implica conhecer os defeitos pessoais; é muito comum censurarmos os dos outros. Ao evitar, em nós, os que censuramos, estaríamos realizando uma pequena parte daquele conhecimento inscrito no templo grego.
Assim como a fome e a sede são sinais de nosso organismo indicando que precisamos nos alimentar, os defeitos são sinais de que nosso organismo psicológico nos dá indicando que devemos mudar. E o nome dessas mudanças é educação espiritual; construção de uma nova conduta que deverá nos ocupar diariamente, da mesma forma como dormimos e nos alimentamos, para não cair na inanição mental, na indigência espiritual.
Há também muitos preconceitos que precisam ser eliminados e que nos têm influenciado fortemente. O primeiro deles é o que diz que não podemos mudar, que tudo está escrito, que a vida é uma vale de sofrimentos, que não somos ninguém, que o ser humano não tem conserto, que alguém virá para nos salvar e resolver por nós o que não conseguimos.
Ao vencer tais preconceitos e assumir as rédeas do destino, opomo-nos ao comum e á fatalidade que não existe para quem lute por pensar com liberdade e construir o próprio futuro.


Nagib Anderáos Neto
www.nagibanderaos.com.br
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